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'Cura da Aids': A contagem regressiva começou, destaca Jovem Soropositivo


A amfAR, uma organização sem fins lucrativos sediada em Nova York (EUA), começou sua Contagem Regressiva para a Cura da Aids, uma campanha com a finalidade de intensificar o programa de pesquisa da organização focado na cura do HIV. A amfAR não espera curar todos os soropositivos até 2020, mas alcançar os fundamentos científicos necessários para a cura até esta data, para que, em seguida, ela seja exaustivamente testada e então colocada em produção. Leia abaixo o artigo do blogueiro que assina a coluna Jovem Soropositivo publicado pela Brasil Post :
Por que a amfAR acredita que a cura é possível até 2020?
"Pela primeira vez na história, os obstáculos científicos diante da cura foram claramente iluminados. Com um esforço de pesquisa dirigido, colaborativo e agressivo, acreditamos que estes desafios podem ser superados, se fizermos os investimentos certos agora", destaca a organização.
A história da amfAR começa nos anos 80. Naquela altura, a epidemia estava no começo. Muitos dos ativistas, que poderiam falar em nome das pessoas com HIV/aids ou em apoio dos fundos federais americanos para pesquisa e prevenção da doença, não sobreviveram ao vírus. Foi para ajudar a preencher essa lacuna de vozes e levantar fundos privados para apoio à pesquisa médica e científica sobre o HIV/aids, que foi fundada a Aids Medical Foundation (AMF), em Nova York. Suas primeiras bolsas de pesquisa foram concedidas em 1984. Em setembro de 1985, a AMF se juntou à National Aids Research Foundation, dando luz à American Foundation for Aids Research -- a amfAR, criada e então presidida por Elizabeth Taylor.
Ativista da aids, Elizabeth se esforçou para tornar reconhecido o nome da fundação dentro dos Estados Unidos e, depois, no mundo todo. "A fama não é algo que vem sem responsabilidade", disse ela. "Se eu puder ajudar ainda mais uma causa importante simplesmente emprestando a minha voz, eu sinto que devo fazê-lo". Grande parte de seu trabalho inicial na amfAR consistia em falar sobre as realidades da doença, numa época em que pouquissimo era conhecido sobre o HIV. Para refletir o escopo cada vez mais internacional dos programas amfAR, em 2005 a organização se rebatizou para The Foundation for Aids Research.
A fonte de recursos da amfAR vem de doações oriundas de empresas, fundações, e, principalmente, indivíduos. Desde 1985, a organização já investiu mais de 388 milhões de dólares em seus programas e já distribuiu mais de 3.300 subsídios a times de pesquisadores do mundo todo. Com esse dinheiro, a fundação apoiou a primeira pesquisa que levou ao uso de antirretrovirais com o objetivo de bloquear a transmissão vertical -- da mãe para o bebê --, os primeiros estudos que levaram ao desenvolvimento dos antirretrovirais inibidores de protease, a pesquisa inicial que resultou no Fuzeon -- o primeiro antirretroviral da classe dos inibidores de fusão -, os estudos que levaram à identificação da importância da proteína CCR5 na infecção pelo HIV, programas de troca de seringas para usuários de drogas injetáveis, o primeiro estudo a demonstrar o potencial de uma vacina de DNA em retardar a progressão do vírus e uma pesquisa que trouxe as primeiras imagens tridimensionais do HIV enquanto ele faz o contato inicial com células suscetíveis, entre outras iniciativas. Agora, o plano é investir 100 milhões de dólares na pesquisa da cura do HIV, ao longo dos próximos seis anos.
O que mudou desde o início da epidemia, há mais de 30 anos, que tornou a cura uma ideia plausível?
"Talvez, o avanço mais importante tenha sido o caso do Paciente de Berlim, a primeira pessoa a ser curada do HIV, relatado em 2008. O caso forneceu uma prova de que uma cura é possível. Até aquele momento, a pesquisa da aids foi, em grande parte, um processo de descoberta. Agora, sabendo quais as questões científicas importantes que precisam ser respondidas, nós estamos entrando em uma nova fase da pesquisa: resolver os problemas que são um desafio tecnológico", conta a AmfaR.
Nunca estivemos em um momento de tanto otimismo na pesquisa da aids. Os avanços obtidos nos últimos anos trouxeram à comunidade científica uma nova compreensão a respeito dos desafios que devem ser superados para chegar a uma cura. O caso de Timothy Brown, o Paciente de Berlim, a primeira pessoa a ser curada do HIV no mundo, foi um divisor de águas no campo da pesquisa do HIV/aids e uma prova de que uma cura é possível: em 2007, ele recebeu um transplante de células-tronco, em Berlim, para tratar uma leucemia. Seu médico, o alemão Dr. Gero Hütter, decidiu tentar curar também a infecção pelo HIV de seu paciente, usando células de um doador que trazia duas cópias de uma mutação genética conhecida por oferecer uma resistência natural ao HIV -- porém, um procedimento arriscado demais para ser replicado em larga escala. Desde o transplante, Timothy não toma mais antirretrovirais e não tem sinais do HIV em seu organismo. Em 2013, depois de iniciar o tratamento antirretroviral precocemente, foi relatado que um grupo de pacientes franceses entrou para o rol dos "controladores pós-tratamento", o que quer dizer que eles ainda têm o vírus, mas em quantidade tão pequena que seus organismos se mostraram capazes de controlar naturalmente a infecção.
Para alcançar a meta ambiciosa de uma cura até 2020, a amfAR resolveu mudar a maneira que financia a pesquisa, afastando-se de uma estratégia de investimento passivo para uma mais agressiva, além de focar em abordagens colaborativas, analisando as questões não respondidas no campo da pesquisa do HIV. A fundação criou também um "roteiro de pesquisa", que enumera os quatro principais desafios científicos que representam as principais barreiras para a cura. Primeiro, mapear as localizações precisas dos reservatórios virais que ainda persistem de maneira latente no corpo, fora do alcance dos antirretrovirais atuais. Em segundo, entender como o HIV persiste nesses reservatórios. Depois, identificar a quantidade de vírus em estado latente. E, por último, eliminar o HIV. Para ajudar a dirigir a pesquisa e garantir que os investimentos serão feitos nas áreas mais promissoras, a amfAR criou seu "Conselho de Cura": um grupo de voluntários que reúne alguns dos principais especialistas em HIV/aids do mundo.
Em geral, estudos clínicos levam entre oito a dez anos para ser concluídos. Alcançar uma cura para o HIV em 2020 é mesmo viável?
"Nosso objetivo é alcançar os fundamentos científicos para uma cura até 2020. A probabilidade é que, quando soubermos como a cura se parece, levará algum tempo até ela ser exaustivamente testada e, em seguida, colocada em produção. É difícil saber quanto tempo esse processo vai demorar", salienta a fundação.
É preciso lembrar que o prazo de uma cura para 2020 não é uma estimativa que é consenso entre médicos e cientistas. "Timothy Brown é a prova de que a cura é possível", concorda o Dr. Esper Kallás, professor associado da Disciplina de Imunologia Clínica e Alergia da Faculdade de Medicina da USP. "Entretanto, agora a cura precisa se tornar viável para todos. E isso é uma questão de tempo. Quem der um prazo estará especulando -- e isso não é ciência. Precisamos sempre esperar pelos resultados", concluiu.
Talvez, o prazo de 2020 seja mesmo ousado. Na pior das hipóteses, um chute arriscado. Afinal de contas, o futuro é em grande parte imprevisível. Todavia, também é verdade que essa é uma estimativa que faz parte de uma campanha robusta de investimento na pesquisa da cura e que vem de uma organização que esteve ao lado de quem vive com HIV desde o começo da epidemia, acompanhando e incentivando o avanço das pesquisas. Nesse sentido, mesmo que este prazo venha a se mostrar equivocado no futuro, já temos hoje alguém de peso que se sente à vontade em começar a arriscar uma data -- e isso, por si só, certamente é uma boa notícia.

Veja abaixo o vídeo da campanha Contagem Regressiva para a Cura da Aids (com legenda em português):


Doença pior que a AIDS ameaça os homossexuais

Médicos norte-americanos estão preocupados com um novo tipo de gonorreia que não tem cura e pode ser pior que a aids.

Homens homossexuais e bissexuais formam o principal grupo de risco. Essa doença foi encontrada no Japão, mas ainda não fez nenhuma vítima. Ela pode causar a morte da pessoa em apenas poucos dias.

Segundo o maior centro de tratamento de HIV do Reino Unido, os casos de gonorreia entre homens gays e bissexuais aumentou muito nos últimos anos.

Casos de AIDS crescem 26% entre idosos

A notificação de novos casos de Aids cresceu na última década entre os idosos. Um levantamento feito em São Paulo, mostrou que a incidência de aids entre a população idosa cresceu 26% nos últimos dez anos.

Entre os jovens, no entanto, a notificação de novos casos da doença caiu 35% no mesmo período.

Para os especialistas, mudanças comportamentais podem ajudar a explicar o crescimento da doença entre os idosos, tal como o aumento das atividades sexuais em faixas etárias mais elevadas. Segundo ela, os idosos heterossexuais são as pessoas da terceira idade mais expostas ao vírus HIV.

Novidade: camisinha específica para sexo anal

Danny Resnic, diagnosticado com HIV depois de uma camisinha estourar ,resolveu transformar a experiência em inspiração e desenvolver uma camisinha especial para o sexo anal. Mais segura e que dá mais prazer, segundo ele.
O nome escolhido para o preservativo especial para sexo anal é Origami, porque ela não virá enrolada na embalagem, como as camisinhas que usamos hoje, mas sim dobrada, como um origami. Além disso, ela será feita em silicone.

A intenção é que o preservativo chegue ao mercado no próximo ano – por enquanto passa por testes clínicos para ser aprovadas por diversas instituições que garantem a efetividade dos produtos. Ter o foco em sexo anal não apenas é importante para casais gays que são adeptos a essa prática, mas também para os casais heterossexuais.

Novo aparelho permite que homens tenham orgasmos múltiplos

Todo homem possui uma fonte inesgotável de energia sexual que se esconde em uma região do corpo muitas vezes negligenciada: a próstata. Conhecida também como Ponto-G Masculino, esta pequena glândula é o centro de convergência dos nervos que comandam as funções sexuais do homem. Quando corretamente estimulada, a próstata libera toda a sua energia, e proporciona orgasmos múltiplos inacreditáveis.

Unindo essa sabedoria milenar oriental com os mais modernos conhecimentos em anatomia e design funcional, o urologista Dr. Jito Takashima criou, em 1997, um aparelho capaz de estimular a próstata de forma eficiente e segura: o Aneros. A princípio projetado para promover a saúde da próstata, este pequeno estimulador de próstata virou uma febre no mundo todo, pois permite que homens expandam sua capacidade sexual ilimitadamente. Além dos prazeres do Orgasmo Múltiplo Masculino, o uso do Aneros também melhora a saúde sexual de forma ampla, propiciando ereção mais firme e prolongada e maior volume de esperma.

No Brasil, o Aneros está à venda desde 2011, e a comunidade de homens “multiorgásticos” vem crescendo a cada dia em todo o país. Este oásis de energia e potência sexual está sendo descoberto, e uma nova forma de encarar a sexualidade e o prazer está emergindo, e se transformando em uma verdadeira revolução sexual.

EUA: testes de vacina contra HIV são interrompidos

Um estudo que testava uma vacina experimental contra o HIV desde 2009 foi suspenso pelo Instituto Nacional de Saúde dos EUA (NIH), pois o comitê concluiu que a vacina não era eficaz no combate ao vírus e nem reduzia sua presença no sangue.

O experimento envolveu 2.504 voluntários em 19 cidades dos EUA, avaliando homens que faziam sexo com outros homens e transexuais que faziam sexo com homens.

O Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos EUA, que patrocinou os testes, garantiu que continuará acompanhando os participantes do estudo para avaliar de forma mais precisa os dados colhidos.

Consumir uma lata de refrigerante por dia aumenta o risco de diabetes

Quem não consegue resistir a beber refrigerante é bom tomar cuidado. Consumir uma lata ou mais por dia aumenta o risco de diabetes na vida adulta.

Segundo um estudo feito na Inglaterra, quem bebe uma lata por dia de refrigerante tem 20% mais de chance de desenvolver diabetes.

De modo geral, uma dica é não abusar de produtos açucarados. Por serem ricos em calorias, podem engordar e a manutenção do peso é muito importante para evitar a diabetes.

Vacinação contra gripe começou hoje

A campanha nacional de vacinação contra a gripe começou hoje e vai até o dia 26 de abril. Idosos de 60 anos ou mais, crianças de seis meses a dois anos, indígenas, gestantes, internos do sistema prisional e profissionais da saúde devem se vacinar.

E tem mais: a campanha deste ano inclui também mulheres que deram a luz recentemente e doentes crônicos. Para tomar a vacina, é preciso ir a um posto de saúde.

A única contra indicação é para quem tem alergia a ovo.

Estudos mostram que a cura da Aids pode estar próxima

O programa Fantástico, da TV Globo, conheceu o que há de mais avançado na luta contra a Aids, uma doença que atinge mais de 400 mil brasileiros. Nesta semana, alguns dos maiores especialistas do mundo se reuniram em São Paulo. O doutor Drauzio Varella esteve no local, e mostra que existe esperança nessa luta.

Aos oito anos de idade, Rose sentiu medo, como qualquer criança. Mas os seus temores já eram de gente grande.

“Eu achei que ia ficar daquele jeito até morrer. Achei que ia ficar debilitada, ou para sempre, não morrer, mas ficar sofrendo”, lembra Rose.

Rose, que não quis usar seu nome verdadeiro, nasceu com o vírus da Aids, mas os pais adotivos só descobriram quando a menina caiu de cama com uma meningite grave.

Drauzio: E que ideia você fazia da Aids nesse tempo?

Rose: A única coisa que me preocupava quando ela me falou, minha médica, era de que não tinha cura.

A cura ainda não chegou. Mas está mais perto para Rose e todos os infectados pelo HIV.

Esta semana, os maiores especialistas no assunto estiveram na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Eles contam agora, no Fantástico, como pretendem vencer as últimas etapas para chegar à cura da Aids.

A infecção pelo HIV ocorre quando o vírus penetra nos glóbulos brancos, as células de defesa do organismo.
Para conseguir se multiplicar, ele precisa misturar os seus genes com os genes da célula.

E, quando esse vírus escapa para cair na circulação e infectar novos glóbulos, o HIV recém-nascido mata a célula que lhe deu origem.

É um ciclo que pouco a pouco destrói o sistema de defesa. Por isso a Rose ficou tão mal.

Os remédios que ela toma matam os vírus assim que eles saem das células.

Grande parte das pessoas HIV positivas tratadas com antivirais consegue eliminar o vírus da circulação. O exame de sangue mostra: carga viral indetectável. O problema é que elas não conseguem ficar livres do vírus que está escondido dentro das células.

O coquetel não consegue atingir o HIV que permanece dentro dos glóbulos brancos. O vírus continua ali, protegido.

O desafio que a ciência enfrenta é como retirar esses vírus dos esconderijos e jogá-los na circulação para que eles possam ser destruídos pelos antivirais altamente eficazes que nós temos hoje.

A nossa suspeita é a de que algumas medicações agem melhor nesses esconderijos, explica o pesquisador escocês Mario Stevenson, da Universidade de Miami.

O grande diferencial da pesquisa dele é o uso de medicamentos antivirais em doses capazes de obrigar os vírus indetectáveis a sair das células e aparecer na corrente sanguínea.

Se nós conseguirmos que as drogas entrem nesses esconderijos, nós podemos reduzir drasticamente a duração da vida do vírus, completa o especialista.

Por enquanto, o teste está sendo feito com macacos. Os resultados são animadores.

O estudo será publicado numa das mais respeitadas revistas científicas, a Science.

O esloveno Matija Peterlin tem focado sua atenção na chamada cura funcional da Aids.

Durante décadas, o coquetel de remédios mantém a carga viral no sangue igual a zero.

Mas basta interromper os medicamentos por alguns dias para que o HIV volte para a circulação.

A cura funcional traz para fora o vírus escondido, até um ponto em que sobre tão pouco que o sistema de defesas convive com ele sem problemas.

Foi isso que aconteceu com um bebê norte-americano, no mês passado. Mas o diagnóstico foi comemorado com cautela pelos médicos.

No bebê, a ação foi mais eficaz do que em adultos porque a medicação foi aplicada logo após o nascimento, sem dar chance para o vírus se esconder, contou o médico.

Em todo mundo, até agora, apenas uma pessoa eliminou a Aids do corpo.

A esperança está viva, comemorou um paciente.

O americano Timothy Ray Brown era HIV positivo e tinha leucemia. Em 2007, ele recebeu um transplante de medula óssea. Todo seu sistema imunológico foi substituído pelo o que veio do doador.

Acontece que o doador não tinha a proteína que serve de maçaneta para o vírus abrir a porta de entrada da célula. Sem essa proteína, o vírus no corpo de Timothy morreu por conta própria.

Enquanto a tecnologia mais avançada ajuda os cientistas a encontrar a cura da Aids, no Brasil enfrentamos os velhos problemas. Por medo, as pessoas não fazem o teste. Só descobrem que são HIV positivo na fase avançada da doença. Quando correm o risco de morte.

São 38 mil casos novos a cada ano. Ao todo, 11 mil brasileiros ainda morrem da doença todos os anos. 135 mil pessoas têm o vírus, mas não sabem.

Estudo aponta que as mulheres precisam dormir mais que os homens

Uma boa noite de sono pode garantir um dia mais agradável. Principalmente para as mulheres!.

Segundo uma pesquisa feita nos Estados Unidos, as mulheres que não dormem o suficientes ficam mais zangadas de manhã, em comparação com homens que passam o mesmo tempo na cama. A diferença hormonal entre homens e mulheres faz com que elas precisem de mais tempo de sono.

Casos de conjuntivite aumentam no verão

O verão é a estação favorita de muitos, mas o calor, o aumento da umidade e as aglomerações, comuns em praias e piscinas, fazem da estação a de maior risco para a conjuntivite. Apesar de não haver levantamento oficial de casos no rio, a Secretaria Municipal de Saúde garante que, nessa época, há um aumento significativo de incidência da doença.

A conjuntivite pode ser bacteriana, viral ou alérgica. Apesar das causas distintas, ardência, aumento da secreção ocular, coceira e vermelhidão nos olhos são sintomas comuns a todas.

Para prevenir, é preciso lavar frequentemente as mãos, evitar aglomerações e não compartilhar maquiagem nem outros produtos de uso ocular.

Teste rápido de aids estará disponível nas 27 capitais até 2014

O Ministério da Saúde vai disponibilizar, até o fim de 2014, unidades móveis de testagem rápida e gratuita de HIV/Aids a todas as 27 capitais do Brasil. O público-alvo do trailer são gays, homens que fazem sexo com homens e travestis, mas o teste pode ser feito por qualquer pessoa interessada.

Nesta quarta-feira (27), o ministério inaugurou um trailer no Rio de Janeiro. As cidades de Brasília, Recife e São Paulo já contam com o equipamento de testagem voluntária, que é parte do Projeto Quero Fazer, iniciado em 2011 pela organização não governamental (ONG) Espaço de Prevenção e Atenção Humanizada (Epah), com o apoio da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) e do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.

O diretor-adjunto do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais, Eduardo Barbosa, que participou da inauguração do novo trailer, explicou que o trabalho está sendo desenvolvido em parceria com prefeituras e governos estaduais. "Estamos adquirindo 12 trailers para as capitais-sedes dos jogos, já na Copa das Confederações. E até o fim de 2014 pretendemos montar essa estrutura para atender especialmente ao público de gays, travestis, profissionais do sexo, mas também ao público em geral".

No Rio, o trailer será o segundo ponto de aconselhamento e testagem. O primeiro funciona na sede do Grupo Arco-íris, desde 2011. No ano passado, nas quatro cidades em que o projeto atua (Brasília, Recife, São Paulo e Rio de Janeiro), foram realizadas 8.389 ações de aconselhamento e testagem, sendo 309 com resultados positivos. Desde o início das atividades, foram realizados 15.237 testes nas quatro capitais.

Além dos testes, a equipe que trabalha no trailer dá informações e apoio às populações mais vulneráveis à doença. O coordenador do projeto, Beto de Jesus, explicou que a iniciativa tem dado capilaridade ao Sistema Único de Saúde (SUS), pois chega a pessoas que, geralmente, têm medo de sofrer preconceito e evitam a rede pública para fazer o exame. "Trabalhamos com horários alternativos, à noite, aos domingos, quando as unidades de saúde estão fechadas. E também vamos onde essa população está. Muitas vezes, o estigma e a discriminação impedem que essas pessoas sejam atendidas na rede pública".

Os bairros da Lapa e Madureira, locais identificados como os de maior frequência desse público na cidade do Rio, contarão com o trailer duas vezes por semanas, sempre no período da noite, por cinco horas.

A equipe da unidade móvel é composta por dez pessoas: uma coordenadora, dois aconselhadores, quatro educadores, dois flebotomistas (que fazem o teste) e o motorista. Embora o resultado saia em cerca de 15 minutos, todo o processo de conversa e aconselhamento dura aproximadamente uma hora.

No caso de um resultado positivo, a pessoa é encaminhada para uma unidade de saúde pública. Para Beto, o fato de os aconselhadores e flebotomistas serem funcionários de uma unidade de saúde (federal, municipal ou estadual) contribui para uma reflexão dentro das próprias comunidades e para a diminuição do preconceito. "Esses funcionários costumam indicar a pessoa com teste reagente para a unidade onde trabalham e criam uma situação mais favorável para esses pacientes. Depois da experiência no trailer, esses funcionários voltam para o serviço com uma outra cabeça", completou.

Dados do Ministério da Saúde do fim do ano passado apontam que cerca de 530 mil pessoas convivem com HIV/Aids no Brasil. Cerca de 255 mil não sabem que têm a doença.

Consumir fast-food faz tanto mal ao fígado quanto a hepatite

Consumir fast-food regularmente não é apenas ruim para a cintura, mas também pode causar danos ao fígado de maneira similar à hepatite. As batatas fritas são as maiores vilãs por causa dos ingredientes adicionados.

Alimentos como frango frito e anéis de cebolas fritas também são apontados como perigosos.

Segundo os médicos, os males causados ao fígado por esses alimentos são similares aos efeitos da hepatite  e podem levar à falência do órgão.

Pesquisa mostra que a homossexualidade está ligada à genética

A razão para existirem gays e lésbicas continua intrigar os cientistas que estudam a homossexualidade. A suspeita, agora, está sobre a “epigenética”.

É o que garantem pesquisadores do Instituto de Síntese Matemática e Biológica da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, que desenvolvem a tese. A Epigenética é o conjunto de fatores que faz com que alguns genes se expressem ou não.

Segundo os estudos, a orientação sexual estaria nesse grupo de instruções que faz com que uma célula produza proteínas adequadas ao corpo.

São Paulo registra queda de 35,7% nos casos de AIDS

Às vésperas do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo divulgou um levantamento indicando que os casos da doença caíram 35,7% em 11 anos. Os dados são do novo boletim epidemiológico da Secretaria, produzido pelo Programa Estadual DST/AIDS.

No entanto, ainda é preciso se prevenir, pois a doença ainda mata diariamente oito pessoas, em média, no território paulista. Ainda segundo o boletim, em 2000, o Estado registrou 10.667 notificações de AIDS, com taxa de incidência de 28,8 novos casos por 100 mil habitantes. Já em 2011, houve 7.706 infecções, com taxa de 18,5 novos casos por 100 mil habitantes.

Houve queda também em relação aos óbitos. Em 2011 foram 3.006 óbitos por AIDS no Estado, contra 4.181 em 2000, o que representa diminuição de 28% em números absolutos. Entre os homens houve queda de 23% no número absolutos de casos notificados e 31% no total de mortes no período: foram 6.868 ocorrências em 2000, com 2.940 mortes, e 5.270 no ano passado, com 2.019 mortes entre a população do sexo masculino.

De olho nessa prevenção, a Secretaria pretende realizar até o dia 1 pelo menos 150 mil exames gratuitos para detecção do vírus HIV, além de sífilis e hepatites B e C.

Do total de exames oferecidos, 30 mil serão testes rápidos anti-HIV. Ao todo, 526 municípios do Estado aderiram à campanha, num total de mais de dois mil unidades de saúde. Foram mobilizados para a ação cerca de 40 mil profissionais de saúde de diferentes áreas (gestores, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e técnicos de laboratório).

Informações sobre as unidades que estão participando da campanha, bem como dos serviços que irão atender no sábado, dia 1, podem ser obtidas pelo Disque DST/AIDS (0800-16-25-50) e no site www.crt.saude.sp.gov.br.

Brasileiro cria técnica eficaz no combate à Aids

Uma pesquisa liderada pelo cientista brasileiro Michel Nussenzweig naUniversidade de Nova York, nos Estados Unidos, criou tratamento inovador contra oHIV, causador da Aids. A terapia usa substâncias obtidas de pessoas imunes ao vírus. Por enquanto, o estudo foi testado apenas em camundongos geneticamente modificados.

Segundo a pesquisa, a eficácia do tratamento foi mais duradoura que as drogas antirretrovirais convencionais. O experimento usou anticorpos monoclonais — clonados a partir de uma única célula.

Durante os testes, esses anticorpos conseguiram reduzir a infecção por HIV a níveis indetectáveis nos camundongos. Como o vírus da Aids não infecta roedores, os cientistas tiveram de fazer o teste com camundongos cujo sangue tinha características moleculares humanas.

De acordo com Michel Nussenzweig, a vantagem do tratamento é que os anticorpos são um produto natural. Por isso, explica o cientista, não produzem efeitos colaterais.
O experimento com os camundongos foi feito com a terapia de anticorpos e com as drogas antirretrovirais. Ambas mantiveram a carga de vírus baixa. Mas quando o tratamento acabou, o HIV voltou em poucos dias nos roedores que tomaram a droga. Já os que receberam os anticorpos ficaram sem sintomas por até dois meses.

De acordo com Nussenzweig, a expectativa é de até triplicar o período de eficácia do tratamento nos humanos.

Saúde pode criar centro ambulatorial para público gay

A Secretaria de Estado da Saúde estuda a criação de um centro de referência ambulatorial voltado ao atendimento ao público LGBT, sobretudo os transexuais e travestis. O assunto foi discutido nesta segunda-feira (22), quando o secretário da Saúde, Michele Caputo Neto, recebeu representantes de diversas entidades representativas desse segmento da população.

Segundo Caputo Neto, a secretaria vai criar um grupo de trabalho para elaborar a proposta inicial. "Contamos com o apoio das instituições para formular um grande projeto nesta área. Sabemos que a assistência a essa população ainda carece de atenção e investimento", afirmou.

O centro de referência – cuja localização ainda não está definida – deverá prestar atendimento integral ao paciente, levando em conta as particularidades e doenças que mais atingem esse público. Exames e testes rápidos também serão ofertados. Além disso, o Estado vai estudar uma forma de capacitação dos profissionais de saúde dos municípios para prestar assistência adequada ao público LGBT nas unidades básicas de saúde (UBS).

De acordo com Liza Minelly, da Rede Nacional de Pessoas Trans, é preciso eliminar o preconceito nos serviços de saúde. "O atendimento deve ser humanizado e respeitar os direitos do cidadão, independente de sua opção sexual", disse.

Outro tema abordado na audiência foi o credenciamento de um serviço paranaense para realização de cirurgias de transgenitalização, conhecida como mudança de sexo. No Paraná, a pessoa que tem interesse na cirurgia deve iniciar o tratamento em um posto de saúde de seu município, mas o procedimento cirúrgico ocorre em outros estados, como Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás.

Para a presidente do Transgrupo Marcela PradoCarla Amaral, sem um serviço credenciado no Paraná, o acesso a esse tipo de cirurgia fica dificultado, mesmo com todo o custeio da viagem sendo pago pelo Estado. "Há diversos transtornos que poderiam ser evitados se tivéssemos a cirurgia no Paraná. Com o apoio do Estado esperamos que isso aconteça em breve", enfatizou.

Representantes das três esferas governamentais, além de entidades representativas LGBTs, devem se reunir em novembro para discutir a questão do credenciamento. Desde 2008, quando o Ministério da Saúde incluiu a mudança de sexo na lista de cirurgias disponíveis pelo Sistema Único de Saúde, 17 processos foram abertos no Estado. Antes da cirurgia, o paciente passa por um período de preparação que dura pelo menos dois anos e envolve inclusive atendimento psicológico.

Brasileiro desenvolve vacina experimental mais eficaz contra vírus da Aids


Michel Nussenzweig, da Universidade Rockefeller (Foto: Divulgação/Universidade Rockefeller)Michel Nussenzweig, da Universidade Rockefeller (Foto: Divulgação/Universidade Rockefeller)
Uma vacina com a combinação de cinco anticorpos conseguiu manter os níveis do vírus da Aids (HIV-1) abaixo dos detectáveis durante mais tempo que os tratamentos atuais, informou nesta quarta-feira (24) a revista Nature. O estudo feito pelo imunologista brasileiro Michel Nussenzweig, membro da Academia Americana de Ciências na Universidade Rockefeller, em Nova York.

O tratamento experimental é composto por cinco potentes anticorpos monoclonais, idênticos entre si porque são produzidos pelo mesmo tipo de célula do sistema imunológico, e foi administrado em ratos "humanizados" - ou seja, que dispõem de um sistema imunológico idêntico ao humano, permitindo que sejam infectados com o vírus HIV. Estima-se que esta é uma fórmula que poderia evitar a infecção de novas células.

Nussenzweig observou que, desde que foi iniciado o tratamento, a carga viral tinha caído para níveis abaixo dos detectáveis e assim se mantiveram por até 60 dias após o término do tratamento. Em seguida, o cientista brasileiro comparou resultados ao tratar ratos com uma combinação de três anticorpos monoclonais e, também, com um tratamento baseado em um único anticorpo.

Ao tratar os roedores com uma vacina com três anticorpos, o HIV se manteve em níveis baixos até 40 dias após o fim do tratamento, enquanto a monoterapia só permitiu que o vírus não fosse detectado durante o tempo em que o rato estava recebendo o tratamento, cerca de duas semanas.

"O experimento demonstrou que combinações distintas de anticorpos monoclonais são eficazes na hora de suprimir a replicação do HIV em ratos 'humanizados', por isso podem prevenir a infecção e servir para o desenvolvimento de novos tratamentos", defendeu o especialista em seu artigo.

Na atualidade, o tratamento anti-retroviral em humanos consiste em combinar pelo menos três drogas antivirais para minimizar o surgimento de vírus mutantes resistentes aos remédios.

No entanto, o HIV se armazena em uma espécie de "depósito" ou reservatório viral, o que faz com que a carga viral do paciente se eleve quando o tratamento farmacológico é interrompido, e o vírus volta a aparecer depois de 21 dias.

Apesar dos resultados promissores de Nussenzweig, ainda serão necessários testes clínicos que permitam avaliar a eficácia do tratamento em humanos e medir os efeitos sobre a infecção em longo prazo.

Saúde pode criar centro ambulatorial para público gay

A Secretaria de Estado da Saúde estuda a criação de um centro de referência ambulatorial voltado ao atendimento ao público LGBT, sobretudo os transexuais e travestis. O assunto foi discutido nesta segunda-feira (22), quando o secretário da Saúde, Michele Caputo Neto, recebeu representantes de diversas entidades representativas desse segmento da população.

Segundo Caputo Neto, a secretaria vai criar um grupo de trabalho para elaborar a proposta inicial. "Contamos com o apoio das instituições para formular um grande projeto nesta área. Sabemos que a assistência a essa população ainda carece de atenção e investimento", afirmou.

O centro de referência – cuja localização ainda não está definida – deverá prestar atendimento integral ao paciente, levando em conta as particularidades e doenças que mais atingem esse público. Exames e testes rápidos também serão ofertados. Além disso, o Estado vai estudar uma forma de capacitação dos profissionais de saúde dos municípios para prestar assistência adequada ao público LGBT nas unidades básicas de saúde (UBS).

De acordo com Liza Minelly, da Rede Nacional de Pessoas Trans, é preciso eliminar o preconceito nos serviços de saúde. "O atendimento deve ser humanizado e respeitar os direitos do cidadão, independente de sua opção sexual", disse.

Outro tema abordado na audiência foi o credenciamento de um serviço paranaense para realização de cirurgias de transgenitalização, conhecida como mudança de sexo. No Paraná, a pessoa que tem interesse na cirurgia deve iniciar o tratamento em um posto de saúde de seu município, mas o procedimento cirúrgico ocorre em outros estados, como Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás.

Para a presidente do Transgrupo Marcela PradoCarla Amaral, sem um serviço credenciado no Paraná, o acesso a esse tipo de cirurgia fica dificultado, mesmo com todo o custeio da viagem sendo pago pelo Estado. "Há diversos transtornos que poderiam ser evitados se tivéssemos a cirurgia no Paraná. Com o apoio do Estado esperamos que isso aconteça em breve", enfatizou.

Representantes das três esferas governamentais, além de entidades representativas LGBTs, devem se reunir em novembro para discutir a questão do credenciamento. Desde 2008, quando o Ministério da Saúde incluiu a mudança de sexo na lista de cirurgias disponíveis pelo Sistema Único de Saúde, 17 processos foram abertos no Estado. Antes da cirurgia, o paciente passa por um período de preparação que dura pelo menos dois anos e envolve inclusive atendimento psicológico.

25/10/2012 Muito cuidado ao abusar dos energéticos

Muitos países estão controlando a venda debebidas energéticas. O motivo é a altadosagem de cafeína, o que pode colocar em risco a saúde de adolescentes eadultos, levando, inclusive, à morte.

Algumas marcas estão sendo investigadas após a morte de uma menina de 14 anos, que teve um ataque cardíaco após beber duas latas da bebida.

A bebida, dependendo da marca, pode ter o equivalente a sete vezes a de uma lata de refrigerante.