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Doença pior que a AIDS ameaça os homossexuais

Médicos norte-americanos estão preocupados com um novo tipo de gonorreia que não tem cura e pode ser pior que a aids.

Homens homossexuais e bissexuais formam o principal grupo de risco. Essa doença foi encontrada no Japão, mas ainda não fez nenhuma vítima. Ela pode causar a morte da pessoa em apenas poucos dias.

Segundo o maior centro de tratamento de HIV do Reino Unido, os casos de gonorreia entre homens gays e bissexuais aumentou muito nos últimos anos.

Casos de AIDS crescem 26% entre idosos

A notificação de novos casos de Aids cresceu na última década entre os idosos. Um levantamento feito em São Paulo, mostrou que a incidência de aids entre a população idosa cresceu 26% nos últimos dez anos.

Entre os jovens, no entanto, a notificação de novos casos da doença caiu 35% no mesmo período.

Para os especialistas, mudanças comportamentais podem ajudar a explicar o crescimento da doença entre os idosos, tal como o aumento das atividades sexuais em faixas etárias mais elevadas. Segundo ela, os idosos heterossexuais são as pessoas da terceira idade mais expostas ao vírus HIV.

EUA: testes de vacina contra HIV são interrompidos

Um estudo que testava uma vacina experimental contra o HIV desde 2009 foi suspenso pelo Instituto Nacional de Saúde dos EUA (NIH), pois o comitê concluiu que a vacina não era eficaz no combate ao vírus e nem reduzia sua presença no sangue.

O experimento envolveu 2.504 voluntários em 19 cidades dos EUA, avaliando homens que faziam sexo com outros homens e transexuais que faziam sexo com homens.

O Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos EUA, que patrocinou os testes, garantiu que continuará acompanhando os participantes do estudo para avaliar de forma mais precisa os dados colhidos.

Consumir uma lata de refrigerante por dia aumenta o risco de diabetes

Quem não consegue resistir a beber refrigerante é bom tomar cuidado. Consumir uma lata ou mais por dia aumenta o risco de diabetes na vida adulta.

Segundo um estudo feito na Inglaterra, quem bebe uma lata por dia de refrigerante tem 20% mais de chance de desenvolver diabetes.

De modo geral, uma dica é não abusar de produtos açucarados. Por serem ricos em calorias, podem engordar e a manutenção do peso é muito importante para evitar a diabetes.

Vacinação contra gripe começou hoje

A campanha nacional de vacinação contra a gripe começou hoje e vai até o dia 26 de abril. Idosos de 60 anos ou mais, crianças de seis meses a dois anos, indígenas, gestantes, internos do sistema prisional e profissionais da saúde devem se vacinar.

E tem mais: a campanha deste ano inclui também mulheres que deram a luz recentemente e doentes crônicos. Para tomar a vacina, é preciso ir a um posto de saúde.

A única contra indicação é para quem tem alergia a ovo.

Estudos mostram que a cura da Aids pode estar próxima

O programa Fantástico, da TV Globo, conheceu o que há de mais avançado na luta contra a Aids, uma doença que atinge mais de 400 mil brasileiros. Nesta semana, alguns dos maiores especialistas do mundo se reuniram em São Paulo. O doutor Drauzio Varella esteve no local, e mostra que existe esperança nessa luta.

Aos oito anos de idade, Rose sentiu medo, como qualquer criança. Mas os seus temores já eram de gente grande.

“Eu achei que ia ficar daquele jeito até morrer. Achei que ia ficar debilitada, ou para sempre, não morrer, mas ficar sofrendo”, lembra Rose.

Rose, que não quis usar seu nome verdadeiro, nasceu com o vírus da Aids, mas os pais adotivos só descobriram quando a menina caiu de cama com uma meningite grave.

Drauzio: E que ideia você fazia da Aids nesse tempo?

Rose: A única coisa que me preocupava quando ela me falou, minha médica, era de que não tinha cura.

A cura ainda não chegou. Mas está mais perto para Rose e todos os infectados pelo HIV.

Esta semana, os maiores especialistas no assunto estiveram na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Eles contam agora, no Fantástico, como pretendem vencer as últimas etapas para chegar à cura da Aids.

A infecção pelo HIV ocorre quando o vírus penetra nos glóbulos brancos, as células de defesa do organismo.
Para conseguir se multiplicar, ele precisa misturar os seus genes com os genes da célula.

E, quando esse vírus escapa para cair na circulação e infectar novos glóbulos, o HIV recém-nascido mata a célula que lhe deu origem.

É um ciclo que pouco a pouco destrói o sistema de defesa. Por isso a Rose ficou tão mal.

Os remédios que ela toma matam os vírus assim que eles saem das células.

Grande parte das pessoas HIV positivas tratadas com antivirais consegue eliminar o vírus da circulação. O exame de sangue mostra: carga viral indetectável. O problema é que elas não conseguem ficar livres do vírus que está escondido dentro das células.

O coquetel não consegue atingir o HIV que permanece dentro dos glóbulos brancos. O vírus continua ali, protegido.

O desafio que a ciência enfrenta é como retirar esses vírus dos esconderijos e jogá-los na circulação para que eles possam ser destruídos pelos antivirais altamente eficazes que nós temos hoje.

A nossa suspeita é a de que algumas medicações agem melhor nesses esconderijos, explica o pesquisador escocês Mario Stevenson, da Universidade de Miami.

O grande diferencial da pesquisa dele é o uso de medicamentos antivirais em doses capazes de obrigar os vírus indetectáveis a sair das células e aparecer na corrente sanguínea.

Se nós conseguirmos que as drogas entrem nesses esconderijos, nós podemos reduzir drasticamente a duração da vida do vírus, completa o especialista.

Por enquanto, o teste está sendo feito com macacos. Os resultados são animadores.

O estudo será publicado numa das mais respeitadas revistas científicas, a Science.

O esloveno Matija Peterlin tem focado sua atenção na chamada cura funcional da Aids.

Durante décadas, o coquetel de remédios mantém a carga viral no sangue igual a zero.

Mas basta interromper os medicamentos por alguns dias para que o HIV volte para a circulação.

A cura funcional traz para fora o vírus escondido, até um ponto em que sobre tão pouco que o sistema de defesas convive com ele sem problemas.

Foi isso que aconteceu com um bebê norte-americano, no mês passado. Mas o diagnóstico foi comemorado com cautela pelos médicos.

No bebê, a ação foi mais eficaz do que em adultos porque a medicação foi aplicada logo após o nascimento, sem dar chance para o vírus se esconder, contou o médico.

Em todo mundo, até agora, apenas uma pessoa eliminou a Aids do corpo.

A esperança está viva, comemorou um paciente.

O americano Timothy Ray Brown era HIV positivo e tinha leucemia. Em 2007, ele recebeu um transplante de medula óssea. Todo seu sistema imunológico foi substituído pelo o que veio do doador.

Acontece que o doador não tinha a proteína que serve de maçaneta para o vírus abrir a porta de entrada da célula. Sem essa proteína, o vírus no corpo de Timothy morreu por conta própria.

Enquanto a tecnologia mais avançada ajuda os cientistas a encontrar a cura da Aids, no Brasil enfrentamos os velhos problemas. Por medo, as pessoas não fazem o teste. Só descobrem que são HIV positivo na fase avançada da doença. Quando correm o risco de morte.

São 38 mil casos novos a cada ano. Ao todo, 11 mil brasileiros ainda morrem da doença todos os anos. 135 mil pessoas têm o vírus, mas não sabem.

Estudo aponta que as mulheres precisam dormir mais que os homens

Uma boa noite de sono pode garantir um dia mais agradável. Principalmente para as mulheres!.

Segundo uma pesquisa feita nos Estados Unidos, as mulheres que não dormem o suficientes ficam mais zangadas de manhã, em comparação com homens que passam o mesmo tempo na cama. A diferença hormonal entre homens e mulheres faz com que elas precisem de mais tempo de sono.

Casos de conjuntivite aumentam no verão

O verão é a estação favorita de muitos, mas o calor, o aumento da umidade e as aglomerações, comuns em praias e piscinas, fazem da estação a de maior risco para a conjuntivite. Apesar de não haver levantamento oficial de casos no rio, a Secretaria Municipal de Saúde garante que, nessa época, há um aumento significativo de incidência da doença.

A conjuntivite pode ser bacteriana, viral ou alérgica. Apesar das causas distintas, ardência, aumento da secreção ocular, coceira e vermelhidão nos olhos são sintomas comuns a todas.

Para prevenir, é preciso lavar frequentemente as mãos, evitar aglomerações e não compartilhar maquiagem nem outros produtos de uso ocular.

Uma em cada 10 pessoas já fez sexo no local de trabalho

Um em cada dez trabalhadores já fez sexo no local de trabalho, de acordo com uma pesquisa realizada nos Estados Unidos.

Segundo os pesquisadores, muitas pessoas não admitiram apenas paquerar o colega, mas sim consumar o relacionamento dentro da empresa. Quem também não fez sexo no escritório provavelmente já pensou sobre isso.

Conforme o estudo, 22% dos entrevistados disseram que já fantasiaram viver cenas sensuais no escritório e 41% também disseram suspeitar que os colegas de trabalho ficaram mais íntimos no escritório.

Consumir fast-food faz tanto mal ao fígado quanto a hepatite

Consumir fast-food regularmente não é apenas ruim para a cintura, mas também pode causar danos ao fígado de maneira similar à hepatite. As batatas fritas são as maiores vilãs por causa dos ingredientes adicionados.

Alimentos como frango frito e anéis de cebolas fritas também são apontados como perigosos.

Segundo os médicos, os males causados ao fígado por esses alimentos são similares aos efeitos da hepatite  e podem levar à falência do órgão.

Pesquisa mostra que a homossexualidade está ligada à genética

A razão para existirem gays e lésbicas continua intrigar os cientistas que estudam a homossexualidade. A suspeita, agora, está sobre a “epigenética”.

É o que garantem pesquisadores do Instituto de Síntese Matemática e Biológica da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, que desenvolvem a tese. A Epigenética é o conjunto de fatores que faz com que alguns genes se expressem ou não.

Segundo os estudos, a orientação sexual estaria nesse grupo de instruções que faz com que uma célula produza proteínas adequadas ao corpo.

São Paulo registra queda de 35,7% nos casos de AIDS

Às vésperas do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo divulgou um levantamento indicando que os casos da doença caíram 35,7% em 11 anos. Os dados são do novo boletim epidemiológico da Secretaria, produzido pelo Programa Estadual DST/AIDS.

No entanto, ainda é preciso se prevenir, pois a doença ainda mata diariamente oito pessoas, em média, no território paulista. Ainda segundo o boletim, em 2000, o Estado registrou 10.667 notificações de AIDS, com taxa de incidência de 28,8 novos casos por 100 mil habitantes. Já em 2011, houve 7.706 infecções, com taxa de 18,5 novos casos por 100 mil habitantes.

Houve queda também em relação aos óbitos. Em 2011 foram 3.006 óbitos por AIDS no Estado, contra 4.181 em 2000, o que representa diminuição de 28% em números absolutos. Entre os homens houve queda de 23% no número absolutos de casos notificados e 31% no total de mortes no período: foram 6.868 ocorrências em 2000, com 2.940 mortes, e 5.270 no ano passado, com 2.019 mortes entre a população do sexo masculino.

De olho nessa prevenção, a Secretaria pretende realizar até o dia 1 pelo menos 150 mil exames gratuitos para detecção do vírus HIV, além de sífilis e hepatites B e C.

Do total de exames oferecidos, 30 mil serão testes rápidos anti-HIV. Ao todo, 526 municípios do Estado aderiram à campanha, num total de mais de dois mil unidades de saúde. Foram mobilizados para a ação cerca de 40 mil profissionais de saúde de diferentes áreas (gestores, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e técnicos de laboratório).

Informações sobre as unidades que estão participando da campanha, bem como dos serviços que irão atender no sábado, dia 1, podem ser obtidas pelo Disque DST/AIDS (0800-16-25-50) e no site www.crt.saude.sp.gov.br.

Brasileiro cria técnica eficaz no combate à Aids

Uma pesquisa liderada pelo cientista brasileiro Michel Nussenzweig naUniversidade de Nova York, nos Estados Unidos, criou tratamento inovador contra oHIV, causador da Aids. A terapia usa substâncias obtidas de pessoas imunes ao vírus. Por enquanto, o estudo foi testado apenas em camundongos geneticamente modificados.

Segundo a pesquisa, a eficácia do tratamento foi mais duradoura que as drogas antirretrovirais convencionais. O experimento usou anticorpos monoclonais — clonados a partir de uma única célula.

Durante os testes, esses anticorpos conseguiram reduzir a infecção por HIV a níveis indetectáveis nos camundongos. Como o vírus da Aids não infecta roedores, os cientistas tiveram de fazer o teste com camundongos cujo sangue tinha características moleculares humanas.

De acordo com Michel Nussenzweig, a vantagem do tratamento é que os anticorpos são um produto natural. Por isso, explica o cientista, não produzem efeitos colaterais.
O experimento com os camundongos foi feito com a terapia de anticorpos e com as drogas antirretrovirais. Ambas mantiveram a carga de vírus baixa. Mas quando o tratamento acabou, o HIV voltou em poucos dias nos roedores que tomaram a droga. Já os que receberam os anticorpos ficaram sem sintomas por até dois meses.

De acordo com Nussenzweig, a expectativa é de até triplicar o período de eficácia do tratamento nos humanos.

Brasileiro desenvolve vacina experimental mais eficaz contra vírus da Aids


Michel Nussenzweig, da Universidade Rockefeller (Foto: Divulgação/Universidade Rockefeller)Michel Nussenzweig, da Universidade Rockefeller (Foto: Divulgação/Universidade Rockefeller)
Uma vacina com a combinação de cinco anticorpos conseguiu manter os níveis do vírus da Aids (HIV-1) abaixo dos detectáveis durante mais tempo que os tratamentos atuais, informou nesta quarta-feira (24) a revista Nature. O estudo feito pelo imunologista brasileiro Michel Nussenzweig, membro da Academia Americana de Ciências na Universidade Rockefeller, em Nova York.

O tratamento experimental é composto por cinco potentes anticorpos monoclonais, idênticos entre si porque são produzidos pelo mesmo tipo de célula do sistema imunológico, e foi administrado em ratos "humanizados" - ou seja, que dispõem de um sistema imunológico idêntico ao humano, permitindo que sejam infectados com o vírus HIV. Estima-se que esta é uma fórmula que poderia evitar a infecção de novas células.

Nussenzweig observou que, desde que foi iniciado o tratamento, a carga viral tinha caído para níveis abaixo dos detectáveis e assim se mantiveram por até 60 dias após o término do tratamento. Em seguida, o cientista brasileiro comparou resultados ao tratar ratos com uma combinação de três anticorpos monoclonais e, também, com um tratamento baseado em um único anticorpo.

Ao tratar os roedores com uma vacina com três anticorpos, o HIV se manteve em níveis baixos até 40 dias após o fim do tratamento, enquanto a monoterapia só permitiu que o vírus não fosse detectado durante o tempo em que o rato estava recebendo o tratamento, cerca de duas semanas.

"O experimento demonstrou que combinações distintas de anticorpos monoclonais são eficazes na hora de suprimir a replicação do HIV em ratos 'humanizados', por isso podem prevenir a infecção e servir para o desenvolvimento de novos tratamentos", defendeu o especialista em seu artigo.

Na atualidade, o tratamento anti-retroviral em humanos consiste em combinar pelo menos três drogas antivirais para minimizar o surgimento de vírus mutantes resistentes aos remédios.

No entanto, o HIV se armazena em uma espécie de "depósito" ou reservatório viral, o que faz com que a carga viral do paciente se eleve quando o tratamento farmacológico é interrompido, e o vírus volta a aparecer depois de 21 dias.

Apesar dos resultados promissores de Nussenzweig, ainda serão necessários testes clínicos que permitam avaliar a eficácia do tratamento em humanos e medir os efeitos sobre a infecção em longo prazo.

Saúde pode criar centro ambulatorial para público gay

A Secretaria de Estado da Saúde estuda a criação de um centro de referência ambulatorial voltado ao atendimento ao público LGBT, sobretudo os transexuais e travestis. O assunto foi discutido nesta segunda-feira (22), quando o secretário da Saúde, Michele Caputo Neto, recebeu representantes de diversas entidades representativas desse segmento da população.

Segundo Caputo Neto, a secretaria vai criar um grupo de trabalho para elaborar a proposta inicial. "Contamos com o apoio das instituições para formular um grande projeto nesta área. Sabemos que a assistência a essa população ainda carece de atenção e investimento", afirmou.

O centro de referência – cuja localização ainda não está definida – deverá prestar atendimento integral ao paciente, levando em conta as particularidades e doenças que mais atingem esse público. Exames e testes rápidos também serão ofertados. Além disso, o Estado vai estudar uma forma de capacitação dos profissionais de saúde dos municípios para prestar assistência adequada ao público LGBT nas unidades básicas de saúde (UBS).

De acordo com Liza Minelly, da Rede Nacional de Pessoas Trans, é preciso eliminar o preconceito nos serviços de saúde. "O atendimento deve ser humanizado e respeitar os direitos do cidadão, independente de sua opção sexual", disse.

Outro tema abordado na audiência foi o credenciamento de um serviço paranaense para realização de cirurgias de transgenitalização, conhecida como mudança de sexo. No Paraná, a pessoa que tem interesse na cirurgia deve iniciar o tratamento em um posto de saúde de seu município, mas o procedimento cirúrgico ocorre em outros estados, como Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás.

Para a presidente do Transgrupo Marcela Prado, Carla Amaral, sem um serviço credenciado no Paraná, o acesso a esse tipo de cirurgia fica dificultado, mesmo com todo o custeio da viagem sendo pago pelo Estado. "Há diversos transtornos que poderiam ser evitados se tivéssemos a cirurgia no Paraná. Com o apoio do Estado esperamos que isso aconteça em breve", enfatizou.

Representantes das três esferas governamentais, além de entidades representativas LGBTs, devem se reunir em novembro para discutir a questão do credenciamento. Desde 2008, quando o Ministério da Saúde incluiu a mudança de sexo na lista de cirurgias disponíveis pelo Sistema Único de Saúde, 17 processos foram abertos no Estado. Antes da cirurgia, o paciente passa por um período de preparação que dura pelo menos dois anos e envolve inclusive atendimento psicológico.

25/10/2012 Muito cuidado ao abusar dos energéticos

Muitos países estão controlando a venda debebidas energéticas. O motivo é a altadosagem de cafeína, o que pode colocar em risco a saúde de adolescentes eadultos, levando, inclusive, à morte.

Algumas marcas estão sendo investigadas após a morte de uma menina de 14 anos, que teve um ataque cardíaco após beber duas latas da bebida.

A bebida, dependendo da marca, pode ter o equivalente a sete vezes a de uma lata de refrigerante.

Ministério amplia tratamento contra aids para 35 mil pacientes

O Ministério da Saúde informou que vai ampliar a indicação do uso deantirretrovirais no Brasil. O objetivo, de acordo com a pasta, é reduzir a ocorrência de infecções associadas à aids, também conhecidas como infecções oportunistas, além de minimizar a transmissão do vírus HIV. A expectativa é atender cerca de 35 mil pessoas que não faziam uso dos medicamentos.

A partir de agora, o tratamento poderá ser aplicado a todos os pacientes com contagem de linfócitos CD4 (células de defesa do organismo que indicam o funcionamento do sistema imunológico) menor ou igual a 500 células/mm3. Até então, o parâmetro para o início do tratamento era menor ou igual a 350 células/mm3.

Também haverá indicação de terapia antirretroviral para pacientes com contagem de linfócitos acima de 500 células/mm3 em casos específicos, como coinfecção porhepatite B, doença cardiovascular ou renal atribuída ao HIV e tumores.

O governo anunciou ainda a possibilidade de antecipação do início do tratamento antirretroviral para evitar a transmissão entre parceiros sexuais fixos sorodiscordantes (quando um é soropositivo e o outro não). O investimento estimado para inclusão dos novos grupos de pacientes é de aproximadamente R$ 120 milhões ao ano.

Entre as estratégias de enfrentamento à aids no Brasil, o ministério informou que vai ampliar a testagem rápida por meio de serviços móveis. Estados e municípios, a partir de agora, vão poder comprar trailers com parte dos recursos repassados para o programa de combate à doença.

O teste rápido, de acordo com a pasta, exige apenas uma gota de sangue e fica pronto em cerca de 30 minutos. A entrega do resultado é sigilosa. Se o resultado final for positivo, a pessoa é encaminhada para tratamento em serviços de referência.

Telefone celular pode ter dez vezes mais bactérias do que um banheiro público

O celular passa pela mão e boca de muita gente, mas poucas pessoas percebem na limpeza do aparelho.

Uma pesquisa, feita nos estados unidos, descobriu que há dez vezes mais bactériasno celular do que em um banheiro. Os invasores podem causar problemas de estômago e enjoo.

Os especialistas alertam que a higiene pessoal precisa ser boa e que as pessoas evitem emprestar o telefone. O ideal também é limpar o telefone com frequência.

Pupilas dizem se homem é gay ou hétero

Está nos olhos um importante e preciso indicativo se o homem é gay ou heterossexual. Quem garante é uma equipe de pesquisadores da Cornell University (EUA).

Segundo os cientistas as pupilas dilatam sempre que a pessoa fica excitada. Assim...

"Então se um homem diz que é hétero, suas pupilas dilatam diante de situação de estímulo visual com mulheres. O oposto acontece com gays, as pupilas dilatam com homens", disse Ritch Savin-Williams líder do estudo, de acordo com a revista "Science".

Tradicionalmente, os cientistas estudavam desejo e orientação sexual pedindo que os voluntários assistissem a vídeos eróticos enquanto o fluxo sanguíneo à genitália era monitorado.

O estudo de Cornell teve a participação de 165 homens e 160 mulheres - incluindoheterossexuais, gay, lésbicas e bissexuais. A eles foram exibidos vídeos comhomens e mulheres se masturbando.

Com voluntários do sexo masculino, os resultados foram claros: gays e héterosfacilmente identificados.

Mas, com as voluntárias, o estudo foi mais complexo: as mulheres heterossexuaistiveram as pupilas dilatadas tanto para imagens mostrando homens quanto para imagens exibindo mulheres.

Savin-Williams ressaltou que isso não significa que todas as mulheres com esse perfil são bissexuais. Mas eles ainda não têm a explicação para a situação.

Pesquisa revela que mercado ainda percebe homofobia na contratação


Segundo levantamento, 54% dos representantes de empresas acreditam que existe preconceito contra LGBTs na hora de preencher uma vaga. 
Pesquisa revela que mercado ainda percebe homofobia na contratação
Por AMANDA MOURA, com informações da CBN e O Globo 

Pesquisa realizada pela Trabalhando.com Brasil indica que ainda existe homofobia na hora de contratar lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Dos 400 entrevistados — LGBTs ou não —, 54% acreditam que o preconceito existe, apesar de não ser assumido; 22% dizem que a discriminação depende do tipo de área e vaga desejada e apenas 3% pensam que esse problema não existe mais. Participaram, anonimamente, representantes de 30 empresas, de médio e grande portes.

"Noto que profissionais homossexuais são, sim, contratados. Porém, dificilmente alcançam cargos de diretoria. Em áreas e empresas onde há mais competição e, por consequência, maiores salários, essas pessoas sofrem ainda mais para alcançar um patamar elevado" afirma Eliana Dutra, consultora de carreiras e diretora da Pró-Fit, empresa de coaching e treinamento profissional.

Renato Grinberg, diretor geral da Trabalhando.com Brasil, defende veementemente que a orientação sexual do candidato não pode ser levada em conta no momento da entrevista, bem como outros aspectos de sua intimidade.

"Em países como os Estados Unidos, por exemplo, fazer qualquer tipo de pergunta que não seja de cunho profissional no momento da entrevista, como perguntar a idade, o estado civil e se a pessoa tem filhos, é proibido por lei. O que é de fato relevante na contratação são suas competências, não o que ele faz nas horas vagas ou com quem se relaciona" explica Grinberg.

Julyana Felícia, gerente de RH da MegaMatte, ressalta que a lei federal brasileira também trata do assunto "A nossa legislação é clara quanto a proibição de diferença de salário, exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor ou estado civil. Apesar disso, o assunto ainda é um tabu no mundo corporativo e a contratação do homossexual pode ser influenciada pelo perfil que a empresa busca. Em algumas corporações com foco em atendimento ao público, noto maior quantidade de colaboradores homossexuais, por serem geralmente vistos como muito simpáticos e atenciosos."

O levantamento mostra também que 21% dos consultados têm notado que, com o passar dos anos, o preconceito vem diminuindo. Ylana Miller, sócia-diretora da Yluminarh e professora do Ibmec, acredita que essa regressão vem acontecendo, sim, mas lentamente.

"Ainda há muitos sistemas organizacionais onde o preconceito é velado e o discurso é bem diferente da ação. Divulgam crenças e valores não preconceituosos, mas na prática não é o que vemos, tanto em relação a orientação sexual, como a religião e ao nível socioeconômico" diz Ylana.

Este ano, pela primeira vez, todas as corporações listadas no ranking das 100 melhores empresas da Fortune possuem políticas contra a discriminação, o que inclui a orientação sexual. “Não é surpreendente para mim que os lugares que são classificados como os melhores para trabalhar sejam também os que respeitam e valorizam os seus funcionários. A evolução é claramente no sentido da igualdade no local de trabalho", disse Michael Cole-Schwartz, gerente de comunicações da “Human Rights Campaign”, uma organização que defende lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais americanos, em entrevista para à rádio CNN.