Nas mensagens eletrônicas, o remetente usa ofensas e palavrões. O texto é agressivo e condena a opção sexual.
As ligações começaram depois da últimapasseata gay de Curitiba, realizada no dia 30 de setembro, e continuaram até o início desta semana. A polícia acredita que as ameaças são feitas pelas mesmas pessoas e através de telefones públicos.
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