“Sou daqueles pais que tentam criar seus filhos de maneira igual. Não sou daqueles pais acadêmicos que divagam sobre igualdade de gênero durante seus estudos e, depois, assim que a criança está em casa, se volta para o seu papel convencional: ele está se realizando na carreira enquanto sua mulher cuida do resto”, contou à revista alemã EMMA.
Segundo o pai, ele não podia simplesmente abandonar o filho ao preconceito alheio. “É absurdo esperar que uma criança de cinco anos consiga se defender sozinha, sem um modelo para guiá-la. Então eu decidi ser esse modelo”. E a história tem final feliz para o menino, que resolveu também pintar as unhas. Às vezes, ele pinta também as unhas do pai. Quando os outros garotos começam a zombar dele, a resposta é imediata: “Vocês só não usam saias porque os pais de vocês não usam”, retruca o menino, feliz.
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