Em resposta, o CFP se negou a participar da audiência afirmando que a composição da mesa estava “pouco equilibrada”, já que os convidados pró-aprovação do projeto era em número maior aos contrários.
A psicóloga Marisa Lobo, uma das principais defensoras da “cura gay”, afirmou que é possível, sim, que um paciente mude sua orientação sexual se for seu desejo.
A psicóloga foi ainda mais longe ao dizer que a retirada da homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças (CID), em 1990, foi por votação, ou seja, sem caráter científico.
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