De acordo com o processo, o astro hollywoodiano viu um anúncio na Internet e agendou uma sessão pelo valor de US$ 200 a hora. O massagista, que não sabia quem era o cliente até entrar no carro de Travolta, afirmou que havia preservativos espalhados no console. Já no bangalô do ator, no Beverly Hills Hotel, em Los Angeles, Doe relatou que ele apareceu despido e com o "pênis semiereto".
Na primeira hora de massagem, o profissional declarou que não houve nenhum incidente. Porém, em seguida, Travolta teria roçado em sua perna e tocado seu órgão genital. O massagista ainda contou que avisou Travolta que não fazia sexo com os clientes, mas o astro foi insistente e ofereceu massageá-lo e masturbá-lo.
Segundo o processo, o ator teria, então, se masturbado e dito a Doe que ele era um perdedor. "Hollywood é controlada por judeus homossexuais, que esperam sexo como pagamento de favores", teria dito Travolta, que pagou pelo serviço em dobro e dispensou o massagista.
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