Com a entrada de Barack Obama no governo, em 2008, Washington passou a dar tratamento igual aos casais homoafetivos. Apesar de o país também não autorizar por lei o casamento gay - somente seis estados e o distrito de Columbiapermitem este tipo de união -, o governo americano passou a reconhecer oficialmente os parceiros de diplomatas como membro da família.
O governo brasileiro também segue os mesmos passos dos Estados Unidos e doJapão e, no ano passado, com base na manifestação do Supremo Tribunal Federal, que reconheceu as uniões homoafetivas como estáveis, a Divisão do Pessoal doItamaraty passou a aceitar pedidos de inclusão de companheiros homoafetivoscomo dependentes. Os primeiros requerimentos aceitos foram publicados em julhode 2011.
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