Nem drogas, nem abstinência. Relatórios dos legistas apontam excesso de álcool para morte de Amy Winehouse


A morte de Amy Winehouse era um mistério até hoje cedo, quando os relatórios - que foram enviados para endereço errado - foram divulgados. Os legistas que analizaram urina, sangue, cabelo, e todo o resto do organismo de Amy constataram que a cantora não morreu por overdose ou abstinência de cocaína, como divulgado por seu pai, e sim de excesso de álcool.

Segundo os investigadores, Amy tinha 416mg de álcool para cada decilitro de sangue - o suficiente para causar uma morte acidental. O inquérito aponta ainda, que, a cantora teve um coma alcoolico e logo após uma parada respiratória, explicando o bom estado de seus órgãos.

Amy Winehouse foi encontrada morta em sua cama no dia 23 de julho por um de seus seguranças, a cantora deixou um grande legado para uma curta carreira. Seu último trabalho, com Tonny Benett está nas lojas no álbum "Duets II".

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